Archive for dezembro \30\UTC 2009

Um 2010 maravilhoso para tod@s nós!!

dezembro 30, 2009

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Infidelidade masculina

dezembro 30, 2009

Psicóloga francesa defende infidelidade masculina para ajudar o casamento

Uma das mais famosas psicólogas francesas causou polêmica ao defender, em um livro recém-lançado, que a infidelidade masculina é boa para o casamento.

No livro Les hommes, l’amour, la fidélité (“Os homens, o amor, a fidelidade”), Maryse Vaillant diz que a maioria dos homens precisa de “seu próprio espaço” e que para eles “a infidelidade é quase inevitável”.

Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência “libertadora” ao aceitarem que “os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais” e que a infidelidade é “essencial para o funcionamento psíquico” de muitos homens que não deixam por isso de amar suas mulheres.

Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objetivo de “resgatar a infidelidade”. Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas.

Fraqueza de caráter

“A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres. Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio”, diz a psicóloga.

“Para esses homens, que são na verdade profundamente monógamos, a infidelidade é quase inevitável”, afirma.

Para Vaillant, os homens que não têm casos extraconjugais podem ter “uma fraqueza de caráter”.

“Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem”, afirma ela.

fonte BBC Brasil

Calcinha Comestível: Não concordo de jeito nenhum! Como um homem que fica na rua feito um gato vira-lata pode ser um bom marido? Como isso poderia ajudar a relação? Acho que a autora do livro está forçando a barra. Ela deve ter tido uma experiência ruim e agora, num processo de negação psicológica, deve estar tentando justificar o fracasso do próprio casamento. Sei lá, estou exagerando?

Calcinha Exocet: Não conheço nenhuma mulher que seja feliz tendo um marido infiel, a não ser que ela também pratique a infidelidade.

Calcinha de Oncinha: Como no filme Divã, a personagem acha que o marido deve ter uma experiência fora do casamento e ela própria também se permite ter, mas o casamento não fica melhor por isso, ao contrário, acaba. Num relacionamento tudo é relativo.

Depressão: frescura ou realidade?

dezembro 28, 2009

(por calcinha florida)

A depressão é caracterizada na medicina  por ser uma doença que afeta o estado de humor  da pessoa, deixando-a com predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres de qualquer faixa etária podem ser atingidas, porém, as mulheres são duas vezes mais que os homens.

Entretanto, caros leitores, essa definição por si só é muito superficial, sou portadora deste mal e como uma servidora da saúde, apaixonada por psicofarmacologia, digo isso, mas sem definir nada.

Tentarei neste texto, de forma simples, até porque a doença não me permite escrever textos muito elaborados…

Imagine acordar e, aos poucos, ou, às vezes, subitamente perder o desejo. Você poderia me questionar, desejo de quê? Eu diria: não tenho desejos. Não é só uma tristeza constante sem motivo aparente, é uma ausência de si mesma. É como a morte! Na verdade, é uma morte, só que o corpo insiste em respirar. Em um primeiro momento, queremos nos convencer de que aquilo não passa de um dia ruim, um mal humor passageiro, uma TPM. O problema é que a sensação não passa… já não dá pra disfarçar. Então pensamos que o problema é o companheiro que não te dá mais tesão, ou o trabalho, ou a família. Enfim, buscamos diversas razões para toda aquela sensação gélida que não te deixa parar de chorar copiosamente.

Um dia uma amiga me disse que era depressão e marcou uma consulta com um psiquiatra. Que alívio, alguém que me entendia. Tomei os medicamentos, consegui dormir e voltei para o mundo real. Mas a depressão é traiçoeira, me pegou de novo e, mais uma vez, achava que era frescura. Aliás, na verdade, as pessoas mais importantes da minha vida diziam isso. Minha mãe dizia que eu estava gorda por causa dos remédios e que os médicos não sabiam de nada, que depressão era falta de fé, falta de Deus. E com essa linha de raciocínio eu quase morri! Ao contrário do que dizia minha mãe, Deus sabia da cruz que eu carregava. Não dava mais para negar a dor forte no peito, noites e noites sem dormir, mania de perseguição, visão distorcida da realidade, entre muitas outras dores.

Voltei a me consultar com mais quatro psiquiatras e muitas tentativas de medicações frustradas. Não pense que qualquer antidepressivo irá resolver seu problema… Achar um medicamento correto para cada indivíduo é uma saga. Entre essas tentativas que já duram dois anos, após cinco noites sem dormir, tive uma conversa muito séria com Nossa Senhora: ” Mãe, tu sabes o quanto sofro e sabes também que Deus só dá a cruz quando podemos carregar. Mãe, tu sabes que não consigo. Mãe, eu desisto. Quando me encontrares, não deixem me levar ao vale dos suicidas, defenda-me”. Tomei uma caixa de tranqüilizantes e me despedi de quem amava, com a certeza no coração de que no outro dia estaria em outro lugar, sem aquela dor que me deixou na cama inválida e também que minha família ficaria muito feliz, pois eu era um grande fardo. Enrolei meu terço na mão e dormi com a sua imagem para que ela pudesse me levar a um lugar sem dor.

Surpresa! Acordei no outro dia, que raiva! Mas os sintomas eram evidentes e fui levada ao hospital, lá encontrei pessoas sensíveis e insensíveis, achando que eu queria chamar atenção. Na verdade, queria fazer tudo de uma maneira bem discreta, morrer dormindo. Não vou negar que essa idéia é muito atraente até os dias de hoje. Enfim, depois de quase um ano de terapia e diversas tentativas medicamentosas a dor física passou. Sim, doía muito fisicamente. Às vezes, ainda dói. Mas hoje sei que a dor é real e tenho ferramentas para diminuí-la ou cessá-la. Bem, ao final disso tudo, aprendi que não fui fresca, mas muito forte e que o medicamento, a terapia, o exercício físico, até os óleos de lavanda e, sobretudo, Deus, são grandes ferramentas para essa guerra. Não subestime sua dor, muito menos a dor alheia, a depressão é real e perigosa. Por isso seja forte e corajosa, enfrente essa doença de frente e não abaixe sua cabeça, pois se você ainda não venceu a guerra é porque ela ainda não acabou.

Bigodão

dezembro 26, 2009

(por calcinha de fora)


Nunca esqueci desta história contada por uma amiga, a C.M. ….

Formatura, diploma, alegria, e festa!

Naquela noite tudo era felicidade. Uns goles a mais para ficar ainda mais solta!

Sempre foi muito exuberante e escandalosa! Mas aquela formatura era uma data especial. Estava extravasando todos os seus delírios …. até que, logo ali, seus olhos lançaram uma flecha de fogo certeira naquele rapaz…

Que lindinho … tão novinho e com um rosto tão rosado que mais parecia um pêssego! É esse mesmo que vai cair na minha rede, pensou ela. Foi em sua direção. Não demorou cinco minutos de conversa fiada e logo decidiram sair dali.

Durante o percurso muitas carícias e beijos. Estavam transbordando de tesão. No motel a fúria foi incontrolável. O garoto estava no ponto para o gozo final.

De repente, a fim de mostrar experiência, ele mergulhou em sua xoxota num sexo oral tão inexperiente que, ao olhá-lo, não pode ter outra reação senão cair na gargalhada!

Ela, entre risos frenéticos, só conseguiu pensar: parece que tem um bigodão! Aquele garoto afogado entre suas coxas parecia um xeique árabe, com seus longos pentelhos tomando-lhe o rosto. Era a única imagem que lhe vinha na cabeça, já cheia de vinho …

Veeeeem!!!!! E ele foi, num coito inesquecível!

Boas festas!

dezembro 22, 2009

O ano chega ao fim e queremos aproveitar para agradecer às nossas leitoras e aos nossos leitores que compartilharam seu tempo conosco lendo, experimentando as receitas e comentando. Nós, Calcinhas na Rede, desejamos a tod@s um Feliz Natal!

Camarão à Dona Flor

dezembro 19, 2009

1 1/2 kg de camarões

suco de limão

pimenta do reino

1 1/2 de aipim

1 cebola em rodelas

1 folha de louro

3 cubos de caldo de carne

5 colheres de sopa de azeite

2 colheres de sopa de cebola picada

1 dente de alho picado

8 tomates batidos no liquidificador

2 pimentões ralados

2 vidros de leite de coco

2 colheres de sopa de azeite-de-dendê

salsa picada

Modo de preparo

Tempere os camarões com suco de limão e pimenta-do-reino e deixe-os tomar gosto.

Descasque o aipim, pique-os em pedacinhos e leve-o ao fogo, com água até cobrir, para cozinhar. Acrescente os cubos de caldo de carne, o louro e a cebola.

Quando o aipim estiver mole, junte 1 vidro de leite de coco e bata no liquidificador.

Esquente o azeite, junte as 2 cebolas e o alho e deixe dourar. Acrescente os camarões e frite-os. Junte os tomates, a salsa, os pimentões e deixe cozinhar por 30 minutos.

Coloque na mesma panela o creme de aipim, o outro vidro de leite de coco e o azeite-de-dendê.

Deixe levantar fervura, salpique a salsa e sirva a seguir.

Os milagres e os estelionatos

dezembro 18, 2009

Já escrevi sobre o tema no post Depois dos 40 . Mas volto a ele por conta das matérias publicadas recentemente na imprensa sobre o abuso do fotoshop na publicidade e sobre a beleza sem retoques. Para lê-las, basta clicar nas imagens. Há duas questões envolvidas, pelo menos. A primeira é a pressão da publicidade, que apenas reproduz uma pressão social, pela eterna juventude ou um padrão determinado de beleza. Claro, todo mundo olha superficialmente a primeira imagem, retocada, da modelo Twiggy e pensa, “como ela ficou bonita!” Mas vamos olhar a segunda figura, a mulher real apenas com maquiagem e produção normal. Uau! que mulher linda! Uma modelo de sessenta anos! Pra quê o retoque? Um creme que me garantisse chegar aos sessenta anos tão bonita assim, eu compraria! Mas, chegando à segunda questão, a publicidade, e aí é nada mais nada menos que um estelionato, quer vender algo que não se pode comprar, quer vender a volta ao passado. Quer deletar a história de vida da modelo Twiggy que ralou muito para chegar aos sessenta anos ainda modelo de beleza. Nós simplesmente não precisamos disso, nós temos direito à maturidade.

Quanto à segunda figura, na propaganda da Ralph Lauren, não vou nem perder tempo comentando muito. O emagrecimento no fotoshop criou um monstro. E aí a terceira figura que criou polêmica, a modelo Lizzie, só de calcinhas e com a sua beleza naturalmente exposta. Só posso dizer uma coisa: Que delícia! Das três, quem está mais feliz?

Homens apaixonados pelos seus carros

dezembro 16, 2009

(por calcinha comestível)

Hoje parei meu carrinho sujo, precisando de um banho há umas três semanas, em frente à bomba de gasolina. Do outro lado parou ao mesmo tempo um Vectra novo. Saí do carro para passar o cartão e, enquanto isso, fiquei observando o dono do Vectra agachado ao lado do carro, passando os dedos na lataria. Depois ele foi para a frente do carro, em seguida circulou-o. O carro tinha uma roda cromada enorme, umas 50 polegadas. A roda era tão grande e desproporcional que se colocassem umas cadeirinhas penduradas podia estar num parque de diversões.  O pneu baixinho como uma sandália havaiana. Ouvi o frentista comentar com uma colega que “esse gosta mais de carro do que de mulher”. Voltei para o meu carro para esperar terminarem de abastecer o tanque e continuei observando o sujeito e seu carro. Ele ia entrar mas reparei que relutava em pisar o tapete.  Desistiu de entrar e voltou a circular o carro, aproximando-se e se afastando, como se o carro fosse um quadro na parede. Entrou e saiu do carro, e voltou a checar a lataria, mais umas quatro vezes. Quando eu fui embora, ele ainda estava lá, fazendo a mesma coisa. Claro, esse comportamento deve ser algum distúrbio mental incomum. Ou não? Me dei conta de que antes da invenção dos carros, muitos homens eram apaixonados por seus cavalos. Então a paixão por carros é uma evolução da zoofilia?

Para ler mais sobre a paixão masculina por carros, clique aqui.

Show da Rita Lee

dezembro 15, 2009

( por calcinha exocet)

No sábado passado fui ao show da Rita Lee em Brasília. Fiquei impressionada com sua disposição e postura artística. São 64 anos de praia! Isso é maravilhoso! Estava acompanhada do filho e do marido no palco. Cantou músicas antigas (Doce Vampiro, Mania de Você, Lança Perfume, Ovelha Negra etc) e duas novas (O bode e a cabra, versão da música “I wanna hold your hand”, dos Beatles e Tão). Falou sobre política, o que achei muito bom! Gosto quando um artista se posiciona a respeito do país. Por outro lado, havia uma mulher atrás da minha poltrona que gritava: ” Pára de falar merda! Canta! Que saco, mulher doida! Canta!”

Se temos liberdade de expor nossas opiniões, temos também que saber ouvir as outras. Em um curso que estou fazendo, escuto alguns professores dando sua opinião sobre o melhor candidato para a Presidência da República. Discordo deles, mas não os mando calar a boca, muito menos exijo que voltem a dar aulas. Afinal, este é ou não é um país democrático?

O que posso imaginar sobre a opinião da mulher atrás de mim é que ela ficou sentida quando a Rita Lee criticou o Arruda e perguntou se nós íamos permitir que ele ficasse  no governo. É óbvio que ouvimos o coro do NÃO da maioria. Graças a Deus! Ainda existem pessoas que optam pela moralidade e legalidade.

Rita Lee também criticou os atuais candidatos à presidência: Dilma, Serra e Marina. E lamentou o fato de não termos um candidato bom. Sobre a Dilma, ela falou que parecia a sua antiga professora de piano, que lhe dava tapas na mão quando errava a lição; quanto ao Serra,  ela fez o seguinte comentário: “enquanto estamos morrendo afogados em São Paulo, o cara fica proibindo o fumo; e sobre a Marina Silva, ela comentou: “quando fala parece que vai desmaiar de tão fraquinha!” Todos rimos, não havia como não rir.

Em outros momentos do show, ela demonstrou carinho pelo filho e pelo marido! Agradeceu a paciência do Roberto de Cavarlho com ela, nos 33 anos de casados. Deu beijos na boca dele e recebeu tapinhas na bunda do filho Roberto Lee. Um espetáculo com muita harmonia musical e familiar. Outro momento especial foi quando um grupo de pessoas, talvez fãs de carteirinha, chegaram perto do palco e ofereceram a ela um buquê de rosas e um colar cheio de pedras! Ela estava cantando e pude perceber que ficou emocionada. Depois cantou “Mania de você” assim: Brasília você me dá água na boca…

Frango verde

dezembro 12, 2009

Ingredientes:

1 1/2 kg de peito de frango sem pele;

1 colher de sopa de raspas de casca de limão;

1 colher de chá de orégano seco;

3 colheres de sopa de azeite de oliva;

Sal e molho de pimenta a gosto;

1/4 colher de chá de pimenta vermelha picada;

2 folhas de louro;

1 1/4 xícara (chá) de talos de salsa;

3 1/2 xícaras de chá de coentro fresco;

2 colheres de sopa de suco de limão;

1/2 colher de chá de cominho moído.

Modo de preparo:

Junte as raspas de limão, o orégano, 2 colheres de azeite, uma pitada de sal, o molho de pimenta, a pimenta vermelha e o louro. Passe o frango nessa mistura e deixe no refrigerador até o dia seguinte.

Leve o frango ao forno médio, preaquecido, durante 35 minutos.  No liquidificador, bata os talos de salsinha, o coentro, o suco de limão, o cominho, o azeite restante e 1/4 xícara (chá) de água. Tempere com sal e sirva com o frango.