Archive for novembro \29\UTC 2010

Banana Caramelada

novembro 29, 2010

Gente, sabe aquela banana que comemos no restaurante japonês ou chinês?

É essa a receita, mas com calda de açúcar!

Ingredientes

3 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de maisena

1 colher de sopa de pó royal

8 bananas

3 xícaras de água

A consistência da massa é importante. Fica como uma massa para bolo.

Em uma panela  média, coloque o óleo até a metade. Passe as bananas cortadas ao meio na massa e jogue-as na panela média com o oléo quente, fritando-as.

Em outra panela pequena, um dedo de óleo e acrescente 4 colheres de açúcar. Leve ao fogo e mexa sempre.

Depois de fritas, coloque-as na calda de açúcar.

Ela casou-se consigo

novembro 21, 2010

(por Calcinha Exocet)

 

Deu na mídia no final de outubro. Uma mulher de Taiwan casou-se consigo. Cansada de esperar um pretendente, contratou bufê, convidou gente e realizou uma cerimônia de casamento. A Lua de Mel será na Austrália.

Eu e umas amigas morremos de rir ontem, imaginando os desdobramentos deste casamento. Primeiro problema que surge: Como se divorciar de si? Aliás, antes disso, se a gente brigar consigo: Hoje você dorme no sofá! ou então: não quero nem saber vou para casa da mamãe, e não me siga!

Mas aí, em vez de ir para a casa da mãe, encontra com as amigas num bar e, ao se olhar no espelho para passar baton, grita: O que você está fazendo aqui! Me deixa em paz! Eu não aguento mais olhar na sua cara, me esquece!

A relação vai piorando até que, com base na Lei Maria da Penha, você consegue uma liminar determinando que não pode se aproximar mais do que duzentos metros de si. E acaba presa, por desrespeitar a ordem judicial.

É, casar-se consigo é muito arriscado.

No ano passado, uma mulher de 29 anos casou-se, em Ghana, com um cachorro. Disse que há muitos anos procurava um homem com as qualidades do pai: ser gentil,  fiél e leal à sua mãe, a quem nunca abandonou. Parece que todos os homens que passaram pela vida da noiva fizeram cachorradas. Então ela descobriu que seu cachorro seria o parceiro ideal. Pelo menos, neste caso, o divórcio será mais fácil. Mas discutir a relação…

Peito de silicone vai sair de moda

novembro 1, 2010

Próteses para aumentar os seios deformam o corpo e causam vários problemas de saúde. Em alguns anos, essa mania vai ficar para trás

Ellen Shing

Em nome da obsessão dos homens americanos por seios gigantescos, as mulheres já fizeram de tudo para aumentar suas mamas. Cirurgias prometiam a felicidade com injeções de parafina, bolas de vidro, borracha, cartilagem, alguns tipos de poliéster e gordura retirada de outras partes do nosso próprio corpo. Estima-se que só entre as décadas de 1950 e 1960, 50 mil mulheres dos EUA enxertaram algumas dessas substâncias nos seios, ou ainda as problemáticas próteses de silicone. Tudo isso está mudando. No prazo de uma década, os seios gigantes vão estar completamente fora de moda.

Todos os anos, 300 mil americanas ainda colocam implantes. No Brasil, foram mais de 140 mil somente em 2009. Mas esta é uma atitude que caminha para alcançar o auge que precede a queda — entre os americanos, o total de cirurgias plásticas desse tipo cresce menos a cada ano. A tendência, identificada pelo Departamento de Saúde dos Estados Unidos, é que o número de implantes atinja o auge em 2012, comece a cair a partir daí e cheguemos a 2020 com 150 mil implantes, metade do valor atual para uma população 9% maior. A venda de sutiãs já indica essa mudança. Em minha loja de lingerie, voltada para seios pequenos, as vendas aumentaram 45% em dois anos. Na Inglaterra, a consultoria Mintel identificou uma tendência ainda mais clara: a empresa prevê que o auge no número de cirurgias do tipo vai acontecer no ano que vem, e que o declínio começa já em 2012.

Seios siliconados são vulgares e deformam o corpo. Mesmo quando não causam efeitos colaterais por si só, grandes próteses causam dores nas costas, nos ombros, no pescoço e na cabeça. Nos Estados Unidos, 53% das mulheres que colocam silicone registram algum problema desse tipo depois de seis meses de fazer a cirurgia. Em alguns casos, como o da atriz Heidi Montag, do seriado The Hills, provocam a perda de elasticidade da pele. Heidi, que tem 23 anos e já fez dez plásticas, colocou 800 cm3 de silicone. Se arrependeu, quer retirar os implantes, mas os médicos não sabem que marcas a nova cirurgia deixará. Enquanto isso, para suportar a dor nas costas, ela passava os dias à base de analgésicos, até que parou de tomá-los porque não faziam mais efeito.

Tenho observado que as mulheres, em especial as que estão na casa dos 20 e 30 anos, não se conformam mais com essa atitude submissa de carregar quilos extras só para se sentirem socialmente desejáveis. Em minha loja, encontro diariamente clientes que já fizeram implantes e acabaram por entender que chamar mais a atenção na rua não valia a pena. Essa nova cultura de valorização da mulher pelo que ela é chegou ao ponto de que tenho comercializado cada vez menos sutiãs com recheio de espuma, daqueles que dão a impressão de que quem a usa tem seios maiores do que na realidade. Do ano passado para cá, as vendas desse tipo de produto caíram 15%.

O lema “pequeno é lindo” já se difundiu em várias grifes de roupas da Califórnia. As vendas para outros estados, e mesmo países, via internet, crescem e algumas dessas lojas começam a abrir filiais de sucesso na costa oeste do país. É o caso da Eves Apples Lingerie, da Itty Bitty Bra, da Lailides e da Lula Lu. Na Inglaterra, a Little Women faz sucesso em Londres e já começa a exportar para o restante da Europa. Homens, preparem-se para uma nova realidade: nas próximas décadas, as mulheres vão ter a liberdade de serem bonitas do jeito que realmente são. Com ou sem peitões.

Ellen Shing é socióloga e estilista. Abriu na Califórnia uma loja especializada em lingerie para mulheres com seios pequenos

(fonte: Revista Galileu)