Posts Tagged ‘hormônios’

Quem disse que Ele tem que ser grande, enorme?!

agosto 4, 2009

Por Calcinha Esgarçada

Cena de Império dos Sentidos Filmes: Império dos Sentidos

Bem… uma questão que sempre atormenta a vida dos homens é o tamanho Dele, do amigo mentalmente constante, fisicamente permanente, esse tal, que ganha tantos nomes que, em uma festa, passamos horas lembrando todos, ou melhor, apenas alguns. Seja pinto, pau, bilau, órgão sexual masculino, caralho, ganso, cacete, bráulio… a verdade é que o tamanho do Digníssimo está sempre em voga.

Tendo como pano de fundo inúmeras conversas femininas, a verdade é uma só: menos importa o tamanho Dele que a sensibilidade masculina. Um dia, uma amiga passou três dias trancada em casa com um namorado japonês, raça da qual o Dito Cujo leva a má-fama de ser pequenino. Pode até ser verdade, e, no presente caso, era mesmo. O que não impediu o casal de passar 72 horas mergulhado em um dos melhores sexos vividos por minha amiga. Ao final, tudo cheirava a sexo, todos os cômodos da casa, seus corpos, cabelos. Tudo.

Cena de Perdas e Danos

Perdas e Danos

Bem… o tamanho, vejamos, é algo assim importante, mas não como se pensa. Nada de paus enormes, daqueles fora do normal. Isso não é vantagem. Sexualmente falando, eles machucam. É isso mesmo! O mais importante é, sim, a espessura, sempre para mais, e um tamanho médio para grande, e basta! Vale lembrar também que o corpo feminino é diverso. Conheço mulheres que se machucam facilmente e que até terminaram namoros porque Ele era… muito grande para Ela. Conheço quem até já fez cirurgia para aumentar a largura da vagina. Isso mesmo! Pois sempre se machucava.

Cena de Último Tango em Paris

Último Tango em Paris

Ou seja, Sensibilidade Grande, isso sim!, é tudo, é o que os homens precisam. Além disso, muito carinho, preliminares, toque e, claro!, muita atração física, afinal sexo é pura química. O cheiro, esse que nossas narinas nem percebem, é fator primordial. Sem ele, não adianta vantagens várias, nem barriga de tanquinho, nem músculos, nem nada. Aliás, para muitas mulheres, inclusive para mim, homens forjados a academia de maneira exagerada são o maior corta-tesão. Não dá mesmo.

Bem… gosto é gosto. Mas existem algumas unanimidades. E o romance, a sensibilidade e o toque estão entre eles. Tudo bem… aquele Amigo minúsculo, pequenino mesmo, pode gerar algumas cenas inusitadas, como a vivida por uma outra amiga, a quem peço licença para contar aqui o fato. Na primeira noite dela com um certo quase-ficante, ela não se conteve ao ver o tamaninho do Menino: “Oh!, cut, cut… que pequeninho, que bonitinho!”, disse enquanto brincava com o Pinto Amigo. Se rolou sexo? Não sei mesmo, não terminamos a história.

Cena de Nove semanas e meia de amor

Nove semanas e meia de amor

Ah!, se pesa aí na cabeça masculina se nós mulheres contamos tudo umas para as outras, temo em dizer que sim, ou quase tudo. Isso quando o assunto são os passageiros do prazer, porque se a pessoa é “A Pessoa!”, não alguém de passagem, aí os atributos ficam guardados a sete chaves. Ou quase!

Anúncios

Uma superejaculação feminina, o sofá caríssimo e o bilau materialista

julho 8, 2009
nomundodalua-carol.blogspot.com

nomundodalua-carol.blogspot.com

(por Calcinha Esgarçada)

Tem homem tão grosso que ninguém merece! Grosso mesmo, insensível! Ou materialista às picas. O próprio bilau deve ser materialista. E a coitada de uma amiga minha caiu bem nas garras de um desses. Romântica, a pobre começou a namorar o sujeito, moço culto, inteligente, bem formado. Na primeira semana, rolou… ou melhor, uma vez que a moçoila é romântica… na primeira semana fizeram amor. Diz ela que foi bom, tudo legal, mas o que a moça não sabia é que ela tinha (tem, porque a coitada não morreu) a tal da ejaculação feminina!

Lá pela segunda, terceira semana de namoro, fogo a mil, tesão nas alturas, o amor rolou na sala do namorado: uma sala comum, com um sofá assim e tal, e que o tal do moço tinha pago uma certa quantia de reais. A senhorita, essa minha amiga, se esbaldou e não deu outra: foi ali mesmo, sobre o fatídico sofá, que rolou o superorgasmo. Super mesmo. O sofá, coitado, encharcado, feliz da vida com aquele líquido miraculoso e nem tão comum assim. Minha amiga ficou assustadinha, assustadinha. Pensou até que tinha feito xixi!

Bem, ela ainda não sabia que, durante o orgasmo, o canal do xixi fica bloqueado, e que a ejaculação feminina acontece quanto o moçoilo acha lá o tal do ponto G. É que nem que a ejaculação masculina, mas sem bichinhos fecundantes.

Enfim… voltemos ao sofá e ao bilau materialista. O moço, dono do tal do sofá, pulou logo de cima da romântica criatura, e esbravejou:

– Meu sofá vale muito mais que uma trepada!

Pobre moça! Não sabia se ficava fascinada com seu superorgasmo, se chorava, se ia embora, se pedia perdão para o seu amor e prometia nunca mais fazer aquela melança toda… Ficou dizendo, como se tivesse cometido o pior crime de sua vida:

– Mas é só um sofá! Isso nunca aconteceu comigo, juro!

A briga durou semanas. Os dois se casaram (juro!, a coitada era muito carente.), se separaram, são amigos (ou eram até ele ler este texto).

Hoje, feliz da vida, minha amiga deixa um rio em quase todo lugar em que tr… não!, em que faz amor. Em quase todo lugar, porque, como vocês sabem, não é todo mundo que acha o nosso amigo ponto G, que existe viu?, galera!Teve uma dessas vezes que minha amiga não conseguia mesmo parar. Achou que ia morrer em líquido e hormônios. Pesquisou, entrou no Google e viu que tem uma turma aí que realmente manda ver: um litro ou mais em cada ejaculação. Suspirou feliz e tranqüila, e pensou: Fodam-se os sofás caríssimos e os bilaus materialistas!

As santas e as putas

julho 8, 2009

(por Calcinha Charmosa)

Uma amiga morava com um camarada muito gente boa, legal mesmo. O sexo era assim, normal, afinal essa amiga ainda não tinha se descoberto na cama, achava o sexo algo… entediante. Um dia, sabe-se lá o que aconteceu (talvez tenha sido a lua cheia, uma taça a mais de vinho, os hormônios explodindo, a imagem do chefe por quem ela morria de tesão), ela atacou o namorado-marido, que ficou assustadíssimo, perguntou se ela estava bem, o que estava acontecendo… E acham que rolou o maior sexo? Que nada, o coitado ficou tão assustado que não mandou ver. Cada um se virou para seu lado. Ele foi dormir; ela, bem… fez o que pôde pelo seu bel prazer. Claro que, meses depois, separação. E ela caiu nos braços do chefe, para uma trepada daquelas!

Campanha Homens sensíveis saiam do armário!

E a pergunta que não quer calar: onde estão os homens de verdade, não os machões que se acham o máximo e trepam cada dia com uma mulher diferente, mas que são uns fracos na cama (essa é a verdade!), mas os homens que sabem pegar, segurar, tocar, meter, dar, receber, falar, calar-se…? Homens sensíveis!!!, saiam do armário, o mundo feminino precisa de vocês.