Posts Tagged ‘paixão’

Bolo de chocolate delicioso

janeiro 11, 2011

Calcinha exocet

Agora nas férias estou usufruindo da cozinha de minha casa, fazendo umas receitas de  sobremesa. Devo confessar que meu filho é quem está me estimulando. Essa semana fiz um bolo delicioso! Tiramos foto também!

Ingredientes

200g de chocolate amargo

2 colheres (sopa) de leite

175 g de manteiga

175g de açúcar

175 g de nozes ou amêndoas moídas

40g de farinha de trigo

5 ovos (claras e gemas separadas)

3 colheres (s0pa) de água quente

Preparo da massa

Derreta 200g de chocolate amargo no leite em banho-maria. Quebre o chocolate em pedaços e coloque em uma tigela refratária. Ponha a tigela sobre uma panela contendo 1/3 de água, de modo que o fundo da tigela não toque a água. Aqueça em fogo baixo até a água ferver. Não mexa o chocolate enquanto ele não derreter, depois mexa só até ficar liso. Misturar em excesso prejudica a textura. Retire do fogo e acrescente a manteiga, o açúcar, as nozes, a farinha e as gemas com a água quente e bata até ober uma massa.

Bata as claras em neve e incorpore-as à mistura de chocolate.

Unte e forre com papel-manteiga uma fôrma de bolo de 23cm. Despeje a massa e nivele. Asse em forno preaquecido a 180º por 30 minutos, até ficar firme. Cubra com um pano de prato e deixe esfriar.

Calda

25g de açúcar

4 colheres (sopa) de conhaque ou licor de laranja/café

50ml de água

Modo de preparo

Faça a calda: ponha o açúcar, a bebida e a água em uma panela pequena e aqueça em fogo brando, mexendo, até o açúcar dissolver. Deixe ferver por 1 minuto até atingir o ponto da calda. Desenforme o bolo, retire o papel-manteiga e regue-o com a calda.

Glacê

5 colheres (sopa) de geleia de damasco

25 g de açúcar

75 ml de água

200 g de chocolate amargo

25 g de chocolate ao leite

Modo de preparo

Aqueça a geleia de damasco, aperte-a contra uma peneira e pincele o bolo com ela.

Para o glacê, esquente a água e o açúcar em uma panela pequena de fundo grosso, até dissolver. Deixe ferver por 1 minuto. Retire do fogo, espere esfriar por 1 minuto e adicione o chocolate amargo. Mexa sem parar até ele derreter. Deixe descansar até que comece a engrossar. Derreta o chocolate ao leite.

Despeje o glacê de chocolate sobre o bolo, espalhando-o para os lados com uma espátula. Para arrematar a decoração, faça desenhos com um fio do chocolate ao leite derretido próximo às beiradas do bolo. Deixe em local fresco para o glacê firmar. Et bon appetit!


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Um 2010 maravilhoso para tod@s nós!!

dezembro 30, 2009

O preço da paixão

dezembro 1, 2009

Há momentos em que o preço da paixão é alto! Li a história de Anna de Assis e, mesmo admirando sua coragem e força, refleti que dosar decisões importantes, com sentimento e razão, pode amenizar as desilusões e mesmo as tragédias. Imagino que mulheres assim como Anna de Assis, que jogam tudo para o alto por uma paixão, são raridades hoje em dia. Será? Doce ilusão a minha, ainda temos moças muito românticas que são capazes de arriscar carreira, estabilidade, emprego, família e até a própria vida para serem felizes.

Vamos adentrar na história de Anna de Assis ou Anna da Cunha….

Anna de Assis foi ex-esposa de Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha, engenheiro civil, jornalista e autor de Os Sertões (1902). Euclides da Cunha é considerado um dos maiores escritores da língua portuguesa. Neste ano de 2009, comemoramos o centenário de sua morte.

A história do escritor tem um fim trágico, morre aos 43 anos de idade, em 1909, quando decide medir forças com um rival vinte anos mais moço, e além disso campeão de tiro. Euclides cai morto numa troca de tiros com o amante de sua mulher, numa casa da Estrada de Santa Cruz, junto à estação da Piedade, subúrbio do Rio de Janeiro. O escritor até acertou alguns tiros no amante e no irmão deste, mas pela destreza de Dilermando, que era campeão de tiros no Exército, é ferido mortalmente. O amante não é condenado pela justiça por alegar legítima defesa.

Em razão de Euclides estar sempre ausente do lar – era engenheiro civil e jornalista-, sua esposa, à epoca com 30 anos, apaixona-se por Dilermando de Assis, um rapaz de 17 anos. O marido ao voltar para casa, depois de uma ausência de mais de um ano, encontra Anna grávida de alguns meses e sua casa frequentada pelos irmãos Dilermando e Dinorá de Assis, amigos de Solón, seu filho mais velho.  Sua reação a princípio é de fechar os olhos diante da evidência. Registra como seu o filho, mas impede que a mãe o amamente, matando-o por inanição depois de nascer. Mesmo casada com Euclides, Anna tem mais um filho de Dilermando, que também é registrado pelo marido.

Em 1916, Euclides da Cunha Filho, aos 19 anos de idade, decide vingar a morte de seu pai e mais uma tragédia ocorre na família, Dilermando de Assis alvejado pelas costas ao sair do Cartório do forum do Rio de Janeiro, reage mesmo ferido e mata o filho de Euclides. Mais uma vez sobrevive, alega legítima defesa e é absolvido.

Por sua paixão, Anna enfrentou todos, o marido, a sociedade e a família. Sua mãe escreve para a irmã de Euclides dizendo: “Você chora a morte de seu irmão e eu choro por ter tido essa infeliz”. Anna de Assis não se importou em ficar estigmatizada como adúltera. Para a época, é considerada uma mulher ousada. Depois da morte de Euclides da Cunha, ela casa-se com Dilermando e tem mais 5 filhos.

Anna, aos 50 anos, descobre que Dilermando a estava traindo e decide separar-se. Alerta os filhos que estava  indo embora e quem quisesse poderia ficar com o pai ou ir com ela. Os filhos logo estavam com suas malinhas prontas para seguirem ao seu lado. Sabe-se que Anna quando separou-se de Dilermando passou necessidade. Antes de sair definitivamente de casa, confessou sua desilusão ao marido, afirmando que depois de tudo que ela passou para viver ao seu lado, nunca imaginara que ele fosse traí-la. Ele tentou evitar a separação, mas não obteve sucesso. Sabe-se que antes de Anna morrer de câncer, ele foi visitá-la e pedir perdão. Saiu sem ouvir o que queria. Dizem que antes de ele morrer, pedia perdão à falecida, diante dos filhos.

Bacalhau à Gomes de Sá

setembro 12, 2009

BacalhauGomesSa

Ah, o bacalhau! Sou apaixonada por ele! Eu e muita gente mais, bem sei.

Segundo Marianinha Prado: “e não é de hoje essa paixão. Por ela, desde o século XV, naus portuguesas singram os gelados mares do norte da Europa.” Dizem que os  portugueses não sabem viver sem o bacalhau. Dizem também que uma jovem só pode casar-se depois de provar à sogra que sabe preparar pelo menos 10 receitas diversas do peixe.

Escolhi uma que faço sempre quando reúno os amigos.

Ingredientes:

1 kg de bacalhau;

1/2 k g de batata;

4 colheres (sopa) de azeite de oliva;

1 dente de alho;

2 cebolas;

2 ovos cozidos;

12 azeitonas pretas;

1 copo de leite;

Sal, pimenta e salsinha picada a gosto.

Preparo:

Deixar o bacalhau de molho na véspera, trocando a água várias vezes para perder o sal. Aferventar e desfiar. Pôr o bacalhau numa travessa refratária untada. Cobrir com a cebola e alho picadinhos. Espalhar a batata cortada em rodelas finas. Polvilhar com sal, pimenta e salsinha. Regar com o azeite e com o leite. Adicionar as azeitonas sem caroço e levar ao forno médio por 30 minutos. Servir enfeitado com fatias de ovos cozido.

Dica: deixe o bacalhau com água na geladeira trocando de hora em hora para tirar o sal.

Nem tudo é festa!

julho 28, 2009

(por Calçola afolozada)

1

Uma amiga estava numa festa, quando foi adulada por um batoré, que mora em outro estado, afirmando estar apaixonado por ela havia vários anos, mas que nunca tivera coragem de se declarar. Disse que só estava fazendo isso agora, porque descobrira estar com câncer e que em seis meses iria bater a caçuleta.

Minha amiga não deu muita fé na paixão, mas ficou abalada pela notícia da doença. Disse que ele não podia se entregar, que iria levá-lo ao João dos Milagres, que havia terapias alternativas, que era preciso acreditar na cura.

Dois dias depois, já de volta a sua cidade, o abirobado mandou um e-mail, dizendo que era verdade a paixão, mas que a doença era “só uma brincadeira”. Claro que ela ficou azogada! Mais ainda consigo mesma, por ter sido tão abestada, caindo na esparrela. Apois, e não foi mesmo?

2

No dia seguinte à festa, uma outra amiga me ligou apoquentada:

Menina, acho que bebi com farinha ontem, fiquei cheia dos paus, enfim, tomei um porre daqueles!

O que se assucedeu?

Lembra do Quinzim?

Claro!

Pois então. Acho que eu beijei ele na boca!

Êta pêga! Mas o Quinzim passou a festa toda coladim na mulherzim dele!

Por isso que tô dizendo que bebi demais. Acho que beijei ela também! Não é de lascar?

3

Ainda sobre festas, não sei se aconteceu de verdade, mas quem me contou jura que sim. Diz que, numa destas comemorações, um sujeito, transpirando em jorros, abuletou-se ao lado de uma mulher sentada. Ela, recebendo os inconvenientes respingos, reclamou:

– Você sua, heim?

– Ô minha querida, eu também vou ser seu!